quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Impactos da corrupção no mercado fotográfico

Reprodução/ Sky Sports

O Brasil sempre teve grande parte de sua imprensa comprometida com interesses privados. A supremacia de sete famílias no comando dos principais veículos de comunicação é um dos motivos pelo qual grande parte da esfera pública se encontra manipulada e pouco informada.

De fato, as inúmeras notícias diárias passam por um rigoroso filtro antes de serem publicadas, sendo que, a emissora geralmente escolhe aquelas em que a sua imagem ou a de seus aliados políticos não sofra com possíveis represálias da população. Sendo assim, o jornalismo praticado por eles acaba desprovido de valores éticos, morais e com uma transparência quase nula.

No Rio de Janeiro, por exemplo, as organizações Globo controlam o maior jornal, a maior rádio, o maior canal de televisão e o maior portal de notícias da internet. Esse monopólio midiático fere com a democracia e com a pluralidade de opiniões e pontos de vista sobre um determinado assunto, logo, quem acaba sofrendo mais com isso, são aqueles que possuem pouco acesso à informação, se tornando alvo de manipulação em prol de interesses particulares.

A imprensa definitivamente atua como um quarto poder. É nítida a falta de imparcialidade de veículos como Veja, Folha de S. Paulo entre outros que escolhem um lado para defender e outro para difamar.

Enquanto não houver o decreto da Lei de meios ou Lei de propriedade cruzada, como nos Estado Unidos por exemplo, ficaremos estagnados nesse monopólio midiático que influencia diretamente a opinião popular e conduz a esfera pública a ficar passiva diante dos fatos e, consequentemente, manipulada pelos barões da comunicação.

Mais informações,

Astúrias Comunicação
Diego Gutierrez – Assessoria de imprensa
Email: diegogutierrez@asturiascomunicacao.com
Telefone: (11) 3295-0179 www.asturias.com/br

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